Prólogo
Antigamente tratava-se da terra com a ajuda de animais como a mula. Havia nisto muitos benefícios: eram animais obedientes, não porque o quisessem ser, mas porque o castigo seria severo se não o fossem; nas alturas de fome podia-se sempre comer alguns deles. Os meus avós tinham uma mula. Era uma mula teimosa como muitos “mulos” e “mulas” (ponho entre aspas para não ofender nenhum animal que porventura venha a ler este blog, é que há animais e animais) de hoje em dia. Mas quando a minha avó proferia as palavras mágicas “eiooou com a entoação correcta, a mula parava imediatamente. Ora isto é uma lição para muitos. Principalmente aqueles que se julgam donos do país, como a mula se julgava da minha avó porque esta a alimentava quando a mula tinha fome. Lá por ser o país, e por país refiro todos os seus habitantes e respectivo território terrestre e marítimo, com a acumulação das ilhas, a alimenta-los e ser a este que eles roubam o dinheiro que eles põem ao bolso, não são eles os donos do país. Nós é que somos donos deles, e nós é que mandamos neles. Nós é que ordenamos, eles fazem o trabalho mais chato, o da papelada. Mas nós é que temos de mandar neles!
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1 comentário:
isso e que e'... olha que as mulas nao se podem reproduzir.
ate concordo contigo nos mandamos.
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